DENÍSIO CASARINI
"O CALABRÊS VOADOR"
Sem dúvida um dos maiores pilotos de sua geração !
Sua técnica apurada e seu estilo arrojado de pilotar, o levaram a grandes vitórias e conquistas !
Mas o destino mudou o rumo de sua carreira, que poderia ter nos dado um forte candidato a um título internacional.
Vamos conhecer um pouco dessa história !
Em 29 de março de 1951, nascia o primogênito da família de "seu" Thede Casarini e ''dona" Rosa Silla Casarini ... o robusto menino Denísio Casarini.
De origem italiana, a família morava no pacato bairro paulistano da Casa Verde, em São Paulo.
Desde muito cedo Denísio já demonstrava ter paixão pela velocidade, e com a ajuda de amigos, entre eles um agitado menino de nome Walter, mas mais conhecido como "Tucano", constróem uma enorme pista de Autorama.
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Como seus amigos eram um pouco mais velhos, muitos já tinham suas motinhos e Denísio ficava correndo atrás deles com sua bicicleta.
Numa dessas aventuras, Denísio foi da Casa Verde até o autódromo de Interlagos, de bicicleta, ver as corridas de moto ... era uma viagem naquele tempo !!
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Mas seu pai, vendo que aquela paixão era inevitável, deu-lhe de presente uma Leonette 50, no aniversário de 12 anos !
Aí, sim, os rachas aconteciam pelas ruas do bairro, nos anos 60 !
Em 1968, já trabalhando numa revenda Ford, Denísio consegue juntar dinheiro e compra uma moderna Yamaha CS2E 180, recém chegada ao Brasil.
Pouco tempo depois, em 1970, seu amigo Tucano disputaria uma prova de verdade, na cidade de Santos ... e vence ! Isso definitivamente incentiva Denísio a decidir pelo seu futuro ... queria correr também !
Assim, nesse mesmo ano, com sua Yamaha CS2E 180, faz sua inscrição numa prova de Estreantes, em Interlagos.
Naquela época, era "Força Livre", ou seja, andava todo mundo junto.
Denísio, sem experiência, de repente percebeu que estava atrás de Tucano, com uma Honda CB 250 ... "eu não podia aceitar o Tucano na minha frente ... afinal a gente se pegava o dia inteiro pelas ruas ... e quando tentei encostar, numa curva, errei a freada e fui para o chão !" - relembra Denísio.
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Sua segunda corrida, ainda nesse ano, foi a 1ª 500 Milhas de Interlagos, em dupla com o já veterano Felipe Carmona ... ficam pra lá de décimo lugar ... a velha NSU utilizada, mais quebrava que andava !!
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No ano seguinte, em 1971, começaria a fama da dupla Denísio - Tucano !
Tucano tinha uma Ducati 250, e com ela os dois se inscreveram na prova 500 Milhas de Interlagos.
A Yamaha trouxe ao Brasil, para divulgar suas motos, uma dupla de pilotos oficiais, Akiusu Motoashi e Hirowuki Kawasaki e uma TR2B 350, "de pista" !
E a dupla Denísio-Tucano, surpreendendo a todos, conquista um belíssimo 2º lugar, ficando apenas duas voltas atrás da poderosa equipe japonêsa !!
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Com esse desempenho, a Yamaha, vendo um futuro promissor, da dupla, primeiro contrata Tucano e logo depois contrata Denísio.
Em agosto desse ano, acontece as 200 Milhas de Interlagos, prova disputada no anel externo do autódromo.
Por estratégia de marketing, a Yamaha libera uma TR2B 350 para Tucano e uma DS7 250 (moto de rua), preparada para pista para Denísio. E como não poderia ser melhor, os dois vencem, cada um na sua categoria !
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Nessa época, a Yamaha estava trazendo ao Brasil, suas motos tipo "Trail" e para divulgar o produto, começa a participar das pequenas provas de motocross que aconteciam no Paraná. E lá vai a dupla novamente disputar as provas.
Nesta primeira prova, disputada em 11 de junho de 1971, na verdade Denísio havia ido à Curitiba apenas para promover a moto, no caso uma FT1 50 cc, mas venceu as duas categorias, "Subida da Montanha" e "Melhor Salto" !
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Em 13 de fevereiro de 1972, ocorre a primeira prova oficial de motocross em São Paulo, na cidade litorânea de Itanhaém. Desta vez a vitória é de Tucano, com Deníso em segundo lugar !
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Nesse ano, novamente a dupla Denísio-Tucano iria enfrentar a dupla japonêsa nas 500 Milhas de Interlagos ... só que desta vez os brasileiros iam de TR3 !
Na prova, disputadíssima, os brasileiros chegaram a estar liderando, mas por causa de uma corrente quebrada, após 101 voltas, ficam em 2º lugar, a apenas 58 segundos da dupla japonesa ! Mais um belo vice da dupla !
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No motocross, Denísio é o vice campeão paulista e brasileiro, atrás de Tucano.
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Em 1973, Denísio espera um grande ano !
Para as 500 Milhas, Denísio bate o recorde de Interlagos, nos treinos, mesmo com a presença do jovem e rápido piloto venezuelano Johnny Cecotto !
Mas na prova, disputando a liderança com Adú Celso, seu parceiro Tucano, na 53ª volta, toma um tombaço na curva do Laranja, praticamente destruindo a moto !
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No motocross, agora com provas disputadas na pista da Yamaha, a Trailândia (São Paulo), em Ribeirão Preto, na Porta do Sol, Belo Horizonte e outras, Denísio conquista os títulos de campeão paulista e brasileiro ! Seria sua última participação na categoria !
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Na velocidade, Denísio vai liderando também o paulista e o brasileiro, na categoria 350 cc.
Esse é o ponto mais importante de sua carreira ... sua meta é disputar o Mundial na Europa.
Com um belo patrocínio, da Bardhal, sua amizade com Andréa Hippolito, o grande chefão da Venemotos, e uma extrema confiança na seu potencial, Denísio projeta um grande futuro nas pistas do mundo.
Mas por uma questão de oportunidade, a coisa não sai exatamente como gostaria...
A própria Yamaha o incentiva a adiar seu projeto para a participar de uma prova de destaque internacional.
Em julho desse ano, Denísio recebe um convite da Yamaha Japão para representar o Brasil numa prova internacional, o Festival Mundial de Motociclismo, com a participação de vários pilotos de renome, como Johnny Cecotto, Kel Carruthers, Gary Fischer, Steve Baker, Katayama, Kanaia, entre outros.
Todos iriam andar com as novas TZ 350. Nos treinos Denísio se classifica em 12º lugar, na 3ª fila.
"Na largada, eu saí tão forte que nem apareci na foto ! Sumi na frente ! Depois de umas 3 curvas, lembrei que não conhecia a pista direito, e resolvi esperar alguém para seguir ... passou o Katayama, e depois foram passando outros mais ... mas logo passei o Steve Baker e o Cecotto e fiquei em 4º lugar ... Katayama, Kanaia, Carruthers e eu ! Eles abriam na reta e eu encostava no miolo ! Mas no fim do retão, dei uma vacilada, olhando para o contagiros e passei um metrinho da frenagem ! ... e chão ! Se não tivesse caído, pegaria o pódio fácil ! " - recorda Denísio !
Denísio (nº 4) detonando no Japão
1973Mas seu desempenho chamou a atenção da imprensa local e Denísio recebeu vários elogios !
Logo depois, em agosto, viria a 200 Milhas de Interlagos.
Nessa prova, Denísio com uma TZ 350 vinha bem, chegando a liderar, mas na parte final foi ultrapassado por Tucano. Tentando andar rápido, Denísio começa a arriscar, na última volta, a 200 metros da bandeirada, acontece o imprevisível !
Denísio derrapa, e cai, espetacularmente ... sua moto passa pela linha de chegada e ele vem atrás, rolando na pista !!
O tombo foi registrado pela lente do fotógrafo Oswaldo Luiz Palermo.
( veja a sequência das fotos )
No final, Denísio é vice-campeão paulista e brasileiro das 350 cc, com direito a quebra de recordes de várias pistas, como Tarumã, Interlagos (anel externo e pista completa) e Curitiba.
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E ainda foi eleito o "Piloto do Ano" pela imprensa especializada !
Tudo caminhava para sua carreira internacional !
O ano de 1974, iria começar bem, mas guardava uma surpresa desagradável também.
Logo em fevereiro, viria a Taça Centauro, com a presença do campeão mundial da 125 cc, Kent Anderson, e do experiente Adú Celso. Denísio faz um 3º, um 10º e um 5º, nas 3 baterias, chegando a liderar a 2ª ! Fica em 4º lugar na geral.
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Em março, seria disputada a terceira 24 Horas de Interlagos, a mais importante prova do calendário, que não era disputada desde 1953 !
Denísio, faz dupla novamente com Tucano. O competente Tani, prepara uma TX 500 para a dupla.
E Denísio e Tucano conquistam uma vitória histórica, com 5 voltas em cima do 2º colocado !!
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Com mais esse destaque, o planejamento da carreira de Denísio seria disputar as 500 Milhas, e aí sim, já com sua carteira de piloto internacional (a primeira concedida a um piloto brasileiro), partir para a Europa.
Mas as coisas acabam se complicando e mudando a história !
Nos treinos das 500 Milhas, Denísio, querendo se impor sobre os pilotos internacionais, entre eles Johnny Cecotto, já sai dos boxes acelerando fundo !
Copleta a primeira volta, e entra a 180 km/h, na curva Um ... o retentor do pinhão vaza óleo ... e Denísio é jogado contra o guard-rail ... fraturando o antebraço direito, próximo ao pulso !
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Isso seria o "divisor das águas" da sua até então brilhante trajetória !
Podemos considerar esse episódio com o final da primeira fase da carreira desse brilhante piloto ...
Na sua cabeça, Denísio só pensava em se recuperar logo, e partir para seu projeto de disputar o Mundial de motovelocidade.
Porém a fratura se complica e são 3 cirurgias, com pinos, placas, enxertos, e uma longa a dolorosa recuperação.
Para complicar, a Yamaha decide se retirar oficialmente das pistas, extingue o departamento de competições, demitindo Deníso e Tucano.
Denísio vê seu mundo ruir e decepcionado, chega até a deixar as competições em segundo plano, para se dedicar à sua vida profissional e a pessoal.
A dupla Denísio e Tucano havia montado uma loja de motos Yamaha, mas com o fim do apoio oficial, são obrigados a desfazer a sociedade.
Denísio abre uma loja de carros e motos usados e casa com sua então namorada Selma (com quem é casado até hoje).
São quase 2 anos de recuperação ... o resto do ano de 1974, 1975 e parte de 1976, ficam perdidos para Denísio nas competições !
No final de 1975 o venezuelano Pedro Mezarhane, vice campeão Latino Americano, que vinha em algumas provas no Brasil, sofre um acidente em Interlagos, fraturando a bacia. Denísio Casarini lhe dá toda a assistência aqui no Brasil e acaba formando uma grnade amizade.
No ano seguinte, em março, iria acontecer o GP da Venezuela da Fórmula 750, disputada em 200 Milhas. Seu amigo Mezarhane, que ainda se recuperava do acidente, convida Denísio para ir disputar a prova, numa categoria especial, de 350 cc.
Denísio, ainda em recuperação, mas com muita vontade de correr, topa e vai à Venezuela.
Mesmo sem conhecer a pista, a moto, e ainda com dores, Denísio fica em 3º lugar, pilotando a TZ 350 Bimoto de Mezarhane !
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No segundo semestre de 1976, Denísio resolve voltar a correr mesmo, e prepara uma Honda 750 que tinha na sua loja.
Sem patrocínio, com a moto toda azul, Denísio e Tucano (agora piloto da Fórmula G), disputam uma das mais lindas e emocionantes provas que Interlagos já viu !
Correram o tempo todo alternando a liderança ! Um grande retorno às pistas, digna de um grande piloto !
No restante da temporada Denísio mostra que está voltando à melhor forma e vence a Taça Centauro, com a melhor volta da prova, novo recorde para a categoria ( 550 a 1300 cc) com 3'24"26.
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Em 1977 Denísio consegue um bom patrocínio, da Gledson (confecção) e monta uma ótima estrutura, tendo inclusive uma TZ 350 preparada pelo competente Mauro Thomassini.
Foi um ótimo ano, para apagar de vez a má fase ... com grandes atuações e vitórias, Denísio vai para a última prova do campeonato paulista precisando de uma vitória para levar o título ...
Denísio vence, mas o piloto Mário Hélio Sanctos, chega em 3º lugar e fica com o título da categoria ... vice para o "Calabrês" !!!
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Com a sua Honda 750, agora vermelha (cor da Gledson), Denísio disputa também algumas provas na categoria 550 a 1300 e faz grandes exibições, principalmente nos duelos com seu "arqui-rival-amigo" Tucano !
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No ano de 1978, a concessionária Honda Renome, contrata Denísio para ser o gerente geral, e aproveita para montar um time forte.
A união Renome / Gledson monta uma grande equipe ...
Denísio irá disputar a categoria 550 a 1300, com uma Honda 750 Daytona ( veja matéria ) pela Renome / Gledson e a categoria Especial com uma TZ 350 pela equipe Gledson.
A Honda Daytona foi comprada por Denísio e sua preparação foi minuciosa, com várias adaptações, feitas pelo próprio piloto.
E já na primeira prova do ano o resultado aparece ... Denísio disputa com seu maior rival (e amigo) Tucano, da equipe Fórmula G, e comemora mais uma brilhante vitória !
Na prova seguinte, além da vitória, Denísio marca um novo recorde para a pista de Interlagos (o anterior era seu também) com tempo de 3'18"42, média de 144,420 Km/h ! Nada mal !!
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O ano de 1978 dividiu-se em duas partes ... no começo, tudo dava certo, com vitórias atrás de vitórias, mesmo sofrendo uma queda com uma fratura na mão, Denísio de recupera e vence apenas um mês depois.
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O final da temporada, todavia, foi ingrato para o valente piloto ... Seguido sempre de perto por Tucano, era preciso vencer sempre, mas em ocasiões decisivas, foi prejudicado, ora por quebra de um anel, ora por outro problema mecânico. Com isso, Denísio não teve chance da concretização do desejo de ficar com o título ... mais uma vez ficou com o vice campeonato brasileiro !
Em dezembro desse ano Denísio participa do Latino Americano, no Uruguai e na Argentina, mas a falta de apoio e de equipamento (as nossas TZ eram muito ultrapassadas), não permitem bons resultados.
Para 1979, a equipe Gledson Renome recebe o reforço financeiro da Coca-Cola e a promessa de novos equipamentos deixa Denísio entusiasmado.
Já em março, abrindo a temporada, ocorre em Interlagos uma prova internacional, a I Copa do Brasil, com a participação de nomes como Carlos Lavado e Walter Villa.
Porém a TZ "standard" de Denísio, embora afinada pelo competente Tani, não era páreo para as TZ dos "gringos" , que tinham 18 HP a mais e 15 kg a menos !
Denísio fica apenas em 4º lugar, e isso também, porque assim que largou, o cabo da embreagem soltou ... com o chão molhado e sem embreagem, Denísio fez mágica para chegar nessa colocação !
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Além de participar das provas do paulista e brasileiro (com sua Honda Daytona), em setembro Denísio disputa a 24 Horas de Bol D´or, juntamente com Antonio Bernardo Neto.
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Através de seus contatos na Europa, Denísio consegue comprar um motor de Honda RCB 1000 e o coloca num chassis Nico Baker, especial para competição.
Na corrida, quem larga é Denísio, e cumpriria as primeiras duas horas da prova.
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Denísio vinha bem, embora a moto, apresentasse uma série de vazamentos de óleo (o reservatório estava trincado), tornando-a quase inguiável ...
Mas o competente piloto brasileiro se mantém entre os primeiros, e vai tirando a diferença dos ponteiros ... no braço !
Depois de perder muito tempo para consertar o vazamento, Antonio Bernardo, volta a pista e também mantém uma boa tocada.
Porém, quando estavam na sexta colocação, o câmbio quebra (as marchas escapavam), tirando a dupla brasileira da prova !
Depois do Bol D´Or, Denísio passa a usar sua RCB 1000 no campeonato Brasileiro na categoria 400 a 1300.
A disputa pelo título do campeonato Brasileiro, fica muito mais bonita, pois além de Denísio, Tucano, e goiano Edmar Ferreira, também usam motos Honda 1000, usadas por eles nas provas de endurance internacionais !
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E a história se repete ... na última prova do brasileiro, em dezembro, disputada em Interlagos, 4 pilotos podiam ser campeões na categoria 400 a 1300 cc ... Denísio, Tucano, Castroviejo e Edmar.
Denísio, na segunda volta, liderando a corrida cai na curva do Mergulho, e abandona a prova, que é vencida por Tucano, o novo campeão ! Mais uma vez o vice !!
A temporada de 1980 começa muito tumultuada, com novo regulamento, extinção de algumas categorias e uma grande crise na motovelocidade brasileira ...
Era também o fim da parceria Gledson - Renome.
Denísio, que nesse ano abriria sua própria concessionária Honda, a Casarini Motos, correria sem patrocínio, com sua RCB 1000.
É um ano fraco de provas, apenas uma vitória, e no final da temporada, com a proibição da Federação às motos de 1000 cc de participar da temporada seguinte, de 1981, Denísio resolve parar de competir ... pelo menos com motos !
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Nos anos de 81 e 82 Denísio andou de Stock Car (na época os "Opalões").
Nos anos seguintes participou de algumas provas, como as Mil Milhas de 1985, 1986 e 1987.
Em 1985, ensaia uma volta ao motociclismo e participa em dupla com Marco Antonio Greco, o Lagartixa, das 500 Milhas de Interlagos, com a RCB 1000.
Mas um tombo na curva do Pinheirinho (Denísio estava fora de forma e os reflexos já não eram os mesmos), põe fim na aventura do Calabrês !!
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Andou também no Campeonato Brasileiro de Marcas, a categoria "top" da época, e chegou a vencer, ficando em 3º no campeonato.
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Em 1990, sua última incursão no mundo das duas rodas (em competições é claro !) ... Denísio compra uma Suzuki 750 e depois de alguns treinos em Goiânia, onde faz melhor tempo do que o jovem Birigui, rápido piloto da época, parte animado para competir nos Estados Unidos.
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Foram 3 provas, uma em Daytona, uma em West Palm Beach, e uma Moroso. O melhor resultado foi um 3º lugar. E o que o atrapalhou foi, por incrível que pareça, o seu pulso direito ... aquele de 1974 !!
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Em 1991, correndo com um Mustang vermelho (Denísio sempre foi apaixonado por carros antigos), foi o campeão da categoria Fórmula Classic, disputada em várias provas em Interlagos.
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E assim, em1994, competiu pela última vez com carros, pendurando o capacete definitivamente.
Foi uma carreira intensa que só não foi mais brilhante por conta de pequenos desvios que o destino lhe reservou ... uma fratura, alguns tombos por causas mecânicas "impossíveis", quebras de porcas, cabos, vazamentos de radiador .... parecia que os pequenos tropeços conspiravam contra sua glória !
Mesmo nos tempos de equipe grande, as dificuldades sempre foram grandes ... o que o público via, era já o resultado final, o "glamour" do patrocinador.
Só ele mesmo sabe como eram difíceis as noites perdidas preparando as motos, o garimpo de peças, pneus, as dores das várias fraturas, raladas, deixar a família quase em segundo plano, para se dedicar à sua grande paixão ... o motociclismo !
Mas uma certeza, Denísio, você pode ter ... nós, seus fãs, vamos tê-lo eternamente como um grande vencedor, um grande campeão !
As suas exibições de gala, nas pistas brasileiras estarão sempre em nossa memória, pois seu estilo arrojado e técnico, não pôde ser imitado por ninguém ... e o mundo perdeu isso !!
O privilégio foi só dos brasileiros !
Quem viu, torceu, e se emocionou com seus pegas, pode ser considerado um privilegiado, pois aquelas corridas nunca mais voltarão !
Fica aqui uma pequena e justíssima homenagem ao nosso grande piloto ...
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DENÍSIO CASARINI
"O CALABRÊS VOADOR"
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Por Ricardo Pupo
Fevereiro / 2006Fotos: Arquivo pessoal
Se você quiser, faça seus comentários sobre essa matéria !
Comentários:
Comentário dos Internautas:
Eu realmente me sinto um privilegiado (como diz a matéria), porque participei desta época de ouro do motociclismo Nacional, e pude ver pegas incríveis do Denisio e todos os Bons dos anos 70.
Agradeço ao Ricardo Pupo por ter utilizado as fotos que eu registrei deste que é um dos grandes pilotos que o motociclismo pode ver. Valeu ! Denisio. !
Carlos Crippa
(servicos.spc@spjapan.com.br) Terça Feira, 7 de Fevereiro de 2006, às 17:42:52
Este não poderia faltar de jeito nenhum em personalidades!! Tive a
felicidade de cumprimentá-lo o ano passado, quando ele visitou uma
loja de motos na Av.dos Bandeirantes, na qual eu trabalhava como
vendedor.
Pena, mas pena mesmo, todos estes imprevisíveis percalços que ocorreram
em sua carreira, senão meu amigo, a história seria outra....
Você pertenceu a uma geração de pilotos brasileiros do mais alto
quilate, com todos os requisitos para ser um campeão mundial.
Na Europa e no Japão pessoas como você Denísio, são referenciadas por
seus compatriotas com muito orgulho pelo que fizeram.
Aqui no Brasil, temos que fazer isto também!
Sei que é um trabalho árduo encontrá-los. Por isto parabenizo o MC70
por ser o único veículo que dá a verdadeira importância à memória do
motociclismo nacional.
Apareça em um encontro no Pacaembu Denísio, para que possamos estar
mais próximos dos nossos inesquecíveis ídolos!
Parabéns e um grande abraço!
Ricardo Vieira Guimarães
(rvguimaraes@ig.com.br) Terça Feira, 7 de Fevereiro de 2006, às 18:17:35
Eu cansei de ir a Interlagos torcer pela dupla Deni-Tuca...Quando comecei a correr e a fazer parte daquele mundo, passei a conhecer melhor os integrantes daquele "circo", e sem dúvida alguma, o Denísio e o Zé eram (e continuam a ser) nota 10. Muito amigos e adversários "numa boa". Parabens ao Denísio, muita gente começou a correr por causa dêle. Abraços M.H.S.
Mario Hélio Sanctos
(mariohms@uol.com.br) Quarta Feira, 8 de Fevereiro de 2006, às 12:14:57
Sem dúvida, o Denísio e o Tucano eram os melhores. Eu sou mais fã do 'Calabrês" por seu estilo mais arrojado. O Tucano era mais técnico, errava menos, mas o Denísio tinha uma garra e um carisma inconfundível.
Parabéns Calabrês !!
Celso Lopes
( clopes@ig.com.br ) Quarta Feira, 8 de Fevereiro de 2006, às 12:46:32
TIVE A HONRA DE CONHECE-LO JUNTO COM O TUCANO EM UMA PROVA NO RIO, MUITO ATENCIOSO, E SEM DUVIDA UM DOS MELHORES PILOTOS DA EPOCA UM FORTE ABRACO
FLAVIO ABBUD
COLECIONADOR
(flavio.abbud@terra.com.br) Quarta Feira, 8 de Fevereiro de 2006, às 18:42:13
Numa manhã de julho de 1979, o Denisio me liga convidando para participar das 24 horas de Bol D´or em setembro. Como já havia treinado um ano antes com o Tucano e o Edmar em Le Mans topei na hora. Ficamos 1 mês em Amsterdã esperando o Nico Baker preparar uma quadro especial com motor Honda de fabrica. Atravessamos a Belgica, entramos na França até Paul Ricard e o Denisio não parava de falar entusiasmado sobre a prova. Chegamos e ficamos juntos da equipe do Tucano / Edmar. Começou o treino, moto novinha, sai o Tucano e Denisio do lado (atrás nunca) e começam a baixar o tempo, de repente o calabrês vem de lado num S enjoado e...compra um terreno. O carter de óleo racha, remendamos e rezamos para aguentar na corrida. Dada a largada, naquele tempo eram só dois pilotos, passa o Tucano em 8º e do lado (atrás nunca) o Denisio, foi assim nas primeiras horas.
Essa pequena história, é uma pequena amostra da garra, competitividade e vontade dele sempre pilotar na "red zone". Tenho as melhores recordações dos tempos de piloto ... e o Denisio sempre foi um companheiro leal e amigo. Faço votos que ele continue a ser o que sempre foi; um grande cara.
Abraço
Antonio Bernardo Neto
(aber@iron.com.br) Quarta Feira, 8 de Fevereiro de 2006, às 19:12:22
Caro Ricardo ,
É gratificante saber que ainda existem pessoas como você que além de amigo é alguém que trabalha na preservação de memória do motociclismo. Motociclismo este que tive a felicidade de fazer parte numa época de sonhos em que não se media esforços em busca do apogeu.
A vida é assim mesmo, impulsionada por sonhos que nos levam nem sempre as vitórias .
O importante é buscar desafios , sejam quais for em que area for e quando se cai , buscar forças para levantar e continuar a caminhada.
Talvez essa brilhante matéria sirva para exemplificar nossa passagem por este mundo.
Parabéns pela sua iniciativa e sensibilidade.
Seu amigo
Denisio Casarini
(casarini@casarini.com.br) Quinta Feira, 9 de Fevereiro de 2006, às 10:42:16
Denísio, Tucano e Adú, nosso trio de ferro. Quem viu não se esquece e quem não viu infelizmente jamais verá tempo igual no Brasil.
Leandro Peduto Alfonso
(portocc@uol.com.br) Quinta Feira, 9 de Fevereiro de 2006, às 15:27:59
A dupla Casarini e Tucano é inesquecivel quem ia em interlagos nos anos 70 viu belas diputas dos dois, tive oportunidade estar nas pistas com os dois pois corri de TR3 na cat. esporte que largava junto com as 750cc, lembro uma vez em um treino quando fui ultrapassado pelos dois no miolo de Interlagos e deu para ver eles fazendo umas tres ou quatro cuvas ali na minha frente, foi o maximo ver os dois de joelho no chão e eu ali de camarote. Grande idolo.
Mais um comentario que esqueci de fazer, como tinha pilotos fera no Brasil naquela epoca, Casarini, Jacaré, Tucano, Adú, Edmar e outros, não da para crer que nenhum se firmou no camp. mundial, sem falar na geração depois, Girotto e Netinho, que desperdicio de valores, se essa galera tivesse nascido na Espanha ou Italia seriam campeões do mundo com certeza, mas Deus os fez nascer no Brasil para fazer a historia do nosso motociclismo acontecer. Valeu galera.
Othon Voador Russo
(othonrusso@yahoo.com.br) Quinta Feira, 9 de Fevereiro de 2006, às 22:30:16
Estou sem palavras. Ler o que está escrito acima e os comentários me deixaram sem palavras. Um abraço,
Kleber Klein
(siacadastral@uol.com.br) Sexta Feira, 10 de Fevereiro de 2006, às 12:20:35
Realmente, ter uma mensagem do próprio personagem retratado não é para qualquer um, melhor que uma dedicatória com um autógrafo! Parabéns ao Ricardo pela matéria e, acima de tudo, uma biografia com o julgamento do protagonista tem outro sabor, um abraço com grande admiração a esse grande personagem do motociclismo!
Carlos Trivellato
(trivellato@speedybrasil.com.br) Sexta Feira, 10 de Fevereiro de 2006, às 13:49:07
brilhante esta matéria!! me fez lembrar da minha infância, da leitura das revistas de motos que só falavam desta dupla Casarini / Tucano,cada vez mais admiro este site, que nos faz realmente voltar aos bons tempos, a leitura das matérias aqui postadas já fizeram com que a "mosca azul" do motociclismo me atingisse, acabei de comprar uma Intruder 125, para recomeçar neste mundo, quando estiver em forma novamente parto para as clássicas. Um abraço e parabéns pelo site.
Marco Aurélio Bueno
(buenoaurelio@hotmail.com) Domingo, 12 de Fevereiro de 2006, às 15:48:18
É, realmente o Denízio foi um dos grandes do nosso esporte a motor em 2 rodas; saudades desta época em que os brazucas punham os gringos no chinelo mesmo sem ter o mesmo padrão de equipamento, é um prazer relembrar este ídolo e grande piloto, lendo a matéria é como se ouvisse novamente o som da RCB-1000 que tive o privilégio de vê-la em ação no antigo e verdadeiro autódromo de Interlagos
Silvio Scortecci
(silvio.scortecci@terra.com.br) Sábado, 18 de Fevereiro de 2006, às 13:36:45
Vários posters do Casarini foram colados nas paredes de meu quarto na adolescência! Grande Piloto! Grande matéria!
Christian Q. Spoto
(christianqs@hotmail.com) Segunda Feira, 20 de Fevereiro de 2006, às 00:47:54
Conheci Deníso Casarini pessoalmente à pouco tempo, mas já sabendo de parte de sua trajetória no motociclismo. Obrigado Ricardo por preservar as lembranças desta época de ouro, que juro, teria tido imenso prazer em acompanhar minuto à minuto, se tivesse tido oportunidade.
Realmente Calabrês é o CARA!
E digo mais, o desejo de velocidade que corre em suas veias, é terrível, pois recentemente até de Jet Ski, o cara tá voando, em Itanhaém fevereiro de 2005, ficou em 1º Lugar na Categoria Super Course Master. É fera ou não é??
Valeu Casarini, obrigado por ser meu amigo!
Abraços
Reinaldo Cangueiro
(cangueiro@terra.com.br) Quinta Feira, 23 de Fevereiro de 2006, às 14:47:49
Parabens ao piloto Denísio Casarini.Como muitos outros lembro de ler sempre seu nome e o de Tucano nas disputadissimas provas do motociclismo brasileiro nos anos 70. realmente eram brasileiros, querendo mostrar para o mundo que aqui tambem tinhamos não só pilotos como Fittipaldi, Moco ou seja tinhamos pilotos no automobilismo e no motociclismo.Se não estão nas história mundial pelo menos no Brasil são reconhecidos. Pena que todos já estao nos 40/50 anos pois se fossem começar hoje encontrariam tudo que há de melhor, muito mais facilidades devido a globalizaçao e interesse na divulgaçao do Brasil lá fora.
Franscisco Rubens da Silva
Segunda Feira, 27 de Fevereiro de 2006, às 03:07:09
Beleza, realmente minha vida no motociclismo nacional, comecou, exatamente naquela tarde em Interlagos , quando na bandeirada o Brilhante Denisio cruzou a bandeirada RALANDO literalmente, eu devia ter meus 12 anos de idade e assistia a tudo das arquibancadas logo atraz de onde ele parou de rolar. Ficou inesquecivel em minha mente, e talvez devido a isto , nunca tive receios de competir dando o maximo, pois aquela imagem me impressionou, mas não intimidou minha carreira , pois logo apos algumas semanas estava eu , ja do lado de dentro do autodromo competindo tambem.Grande Piloto Denisio Casarini, Parabens voce sempre foi um campeão digo CAMPEÃO.. abraco a equipe pela reportagem,
Edson TCHEK TCHE
(elusi76@bol.com.br) Quarta Feira, 1 de Março de 2006, às 22:27:46
Esse sim, foi O Piloto !!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
Leo Camargo
( leoc@ig.com.br ) Quarta Feira, 8 de Março de 2006, às 14:29:32
Com é bom ver que não se esqueceram dos nossos grandes ídolos.
Adilson "Magrão"
( adsouza@terra.com.br ) Quarta Feira, 8 de Março de 2006, às 15:03:27
A materia realmente é muito bonita, na verdade eu não queria que acabasse pois ela é um resumo da carreira desse grande campeão. Ele sempre foi um ídolo pra mim, eu tive o prazer de vivenciar muitas vitórias, seja elas de moto ou carros, e na verdade o culpado por eu ser apaixonado pelo esporte a motor deve-se a esse campeão. Parabéns pela matéria e principalmente ao nosso herói, vc merece muito pelo que já representou ao nosso motociclismo, ao Brasil, e a todos nós que o admiramos
Rubinho
(ciadasmotos@uol.com.br) Segunda Feira, 13 de Março de 2006, às 18:05:45
Sempre que tinha corrida de motos em Interlagos eu saía de Santos e ia ver Tucano e Denísio andar. Era ir ver um grande espetáculo de dois grandes profissionais. lindo. parabens por esta matéria
Jose Carlos
(brazreefers@ig.com.br) Sexta Feira, 17 de Março de 2006, às 00:51:36
Denisio Casarini, esse é o cara! Parabéns pela matéria.
TESTA -José Luis
(testajl@hotmail.com) Terça Feira, 28 de Março de 2006, às 11:48:33
EU, UM JOVEM NA EPOCA, INICIANTE NO MUNDO MOTOCICLISTICO, IA ATÉ A SUA LOJA NA AV. SUMARE PARA ADMIRAR AS MOTOS E SUA FAMA. AS VEZES O VIA E FICAVA FASCINADO PELAS SUAS CONQUISTAS. SEM DUVIDA É UM IDOLO DA ZONA NORTE DE SÃO PAULO.
SERGIO GERON
(APARECIDOTTT@YAHOO.COM.BR) Segunda Feira, 1 de Maio de 2006, às 12:32:17
Olá Denísio, fala patrão...!!!
Tive o privilégio de acompanhar de perto a carreira desse grande Homem... Desde muito cedo ouvia falar de Denísio e do Tucano, que pareciam irmãos de tanto que se falavam deles, e olhem: "Eles aceleravam, e MUITO"... Sempre admirei-o, Denísio, por sua determinação e Garra, com "G" maiúsculo. Sei que já passasses por momentos dificeis em sua vida, mas tenho certeza que você saberá superá-los com a ajuda de DEUS.
Tive também o privilégio de vê-lo acelerar um Opala Stock Car debaixo de chuva, à noite, nas Mil Milhas de Interlagos, com o limpador de vidro enguiçado, isso a 220km/h... Dá-lhe fera...
Mas o melhor de tudo isso é ter tido como meu orientador e chefe de equipe quando nos sagramos campeões paulista em 1985 pela Equipe Casarini / CNH Honda de Motocross. Tenho tamanha admiração que herdei até o número 16, e constatei que esse é forte ! Um grande abraço do amigo
Ricardo "Cerejinha" Jacobi
(ricardojacobi@hotmail.com) Quarta Feira, 24 de Maio de 2006, às 15:05:49
Casarini, meus parabens, sou um OLD também hoje, 39 anos, tive minha primeira moto aos 8 anos de idade (CB50) após CG, ML, XL 250, XLX 350, Saahra, CB 500, hoje sem moto e tentando garimpar uma 750 (7 galo) para colocar na garagem (brinquedo de gente grande) passei por este site e li a matéria em sua homenagem, como era seu fã quando pequeno foi a primeira a ser lida, só posso dizer, PARABÉNS
Paulo
(pvgr@terra.com.br) Segunda Feira, 24 de Julho de 2006, às 22:33:48
eu tive o previlegio de comprar a minha primeira moto com vc Casarini. Vc se lembra da Silvio Automoveis na Barão de Limeira, 933 ?
um forte abraço
Sylvio Nardi Jr
(apimoto@terra.com.br) Quinta Feira, 19 de Outubro de 2006, às 14:20:46
Acompanhei a carreira do Denisio e sou seu fã. Gostaria de receber algo para eu guardar como lembrança.
Aparecido Mendes Rocha
(amrocha@logicaseguros.com.br) Domingo, 29 de Outubro de 2006, às 08:58:59
adorei ver a sua saga gostaria de saber se vc, conheceu o Nivaldo Correa? aquardo sua resposta,obrigada
Dulcinéa
(dcp1508@hotmail.com) Sábado, 9 de Dezembro de 2006, às 13:34:22
Sou um motociclista comum, desconhecido, mas tive o privilégio de ser vizinho do Denisio e do José, quando ele e o Tucano, eram representantes da Yamaha, na rua Brigadeiro Galvão, na Barra Funda, e tinha um mecânico muito competente que era o Corvo. Eu tinha uma 750K, que comprei "0", e presenciei as modificações que o Denisio fez na sua mais recente aquisiçao (na época) uma 750 F 1976 amarela. Ele a transformou numa "racer", com os melhores acessórios que possuia, desde escapamento até o guidão Tomazelli. Nao esqueço também uma Yamaha TZ 350, que o José andava escondido nos quarteirões ali no bairro. Bons tempo. Parabéns a vocês !!!
João Roberto Di Domenico
(solterra55@hotmail.com) Sexta Feira, 5 de Janeiro de 2007, às 21:26:20
Ate parece que eu voltei no tempo.Vi presencieie e participei de tudo isto.. o motociclismo me deu varias oportunidades de vida.esta materia alem de ser realidade e emocionante,valeu valeu mesmo.
Marco Ratto
(rattomotos@hotmail.com) Sábado, 12 de Maio de 2007, às 20:21:27
Tive a grata surpresa de rememorar a incrível carreira de Casarini através da matéria muito bem documentada. Parabéns
Paulo Goffi
(pgoffi@usp.br) Quarta Feira, 23 de Maio de 2007, às 20:00:54
Te conheci, te admirei. Trabalhei na Bardhal em 73. Fizemos algumas feiras juntos. abraços.
Marlene Petrucelli
(mapetrucelli@bol.com.br) Sexta Feira, 1 de Junho de 2007, às 21:48:36
eh campeão que o brasil não conhece, eh uma pena, eu não conhecia.
mario
(malohafermann@yahoo.com.br) Sábado, 2 de Junho de 2007, às 22:26:14
É uma satisfação enorme poder registrar que, quando contava com meus 17/18 anos de idade (por volta de 1974/75), ia até a rua Brigadeiro Galvão 408, na Barra Funda em SP, para passar algumas horas na concessionária Yamaha, de propriedade dos campeões Denísio & Tucano (ainda me recordo do enorme poster dos dois na parede da loja com a coroa de louros no "podium"), sem falar nos momentos em que ia à pista de Interlagos para assistir prova de velocidade na antiga categoria "especial" e ver de perto os pilotos Denísio e Tucano dando seu show!!! Bons tempos aqueles em que se podia ver de perto nossos ídolos e até mesmo obter palpites sobre nossas predileções (motociclismo)! Minhas congratulações ao piloto e empreendedor Denísio Casarini, extensivamente ao Walter "Tucano" Barcchi que motivaram, ambos, a outros brasileiros à ingressar no mundo da competição esportiva!!!
Edson Lucci
(edsonluc@bol.com.br) Segunda Feira, 18 de Junho de 2007, às 14:32:48
parabéns denísio casarini gostei da sua história super fantastica e emocionante
jheferson fernandes
(jheferson.fernandes@hotmail.com) Sábado, 7 de Julho de 2007, às 20:06:56
Que bom poder lembrar episódios que ouvi de meu falecido marido, que apreciou muito a carreira de Casarini, os parabenizo pela qualidade do conteúdo da matéria .
Júlia R. Marques
(julia.marques2004@ig.com.br) Sábado, 14 de Julho de 2007, às 21:13:36
Valeu aí campeão. É uma pena saber que pilotos como Denisio, Tucano, entre outros, passam a correr de carro porque quase não tem corridas de motos. Hoje não está diferente, mas pior até. Quando falo que não é difícil levantar o esporte, dizem que sou um sonhador. Taí a Stock-car para provar. É uma categoria fraca, mas está melhor que a velocidade. Até 1990, as reclamações eram porque não tinhamos motos importadas, agora temos e só falta corridas. Uma pena.
Tabajara A.Jorge
(tabajara-tabinha@hotmail.com) Sábado, 11 de Agosto de 2007, às 08:50:57
quando me entrosei com as motos em 1975 ja lia sua proesas como piloto, hoje ainda curto minha 750 four 1976 um abraço casarini.
nome: airton
(airtonhermes@brturbo.com.br) Domingo, 17 de Fevereiro de 2008, às 23:50:58
Legallll ....eu tambem me chamo Gledson..mas naum tive tanta sorte na vida em me tornar piloto....falow até mais!!!
nome: Gledson Diana
(gledsonpfz@hotmail.com) Quarta Feira, 27 de Fevereiro de 2008, às 20:24:12
Pô tio, quer dizer que vc era melhor que o meu pai Zé?!! Parabéns tio, muito legal a sua história!
Beijos da sua sobrinha!
nome: Brunna
(bruluz_7@hotmail.com) Quinta Feira, 13 de Março de 2008, às 20:43:56
eu sou sua parente.. Da familia Casarini... =] Neta do Frasncisco Casarini
nome: Luana Casarini
(luana_linda_euzinha@hotmail.com) Quarta Feira, 28 de Maio de 2008, às 20:59:57
TCHE....vc ta com cara de bola murcha na ultima foto.... parabens pela materia...faltou a foto de 1º lugar no Jet Ski de Itanhaem..abração..
nome: Emilio
(losadaelr@terra.com.br) Terça Feira, 24 de Junho de 2008, às 10:24:08
legal gostei parabens Denisio Casarini um abraço FRAN
nome: francisco castelluccio
(castellucciof12@hotmail.it) Terça Feira, 1 de Julho de 2008, às 00:30:03
Preciso de confirmar o endereço da Casarini Motos que fica na Rio Branco.
nome: Paulo Rogério Claro
(paulorclaro@hotmail.com) Terça Feira, 15 de Julho de 2008, às 17:24:37Caro Paulo: A Casarini #1 fica na Av. Rudge, 931, Barra Funda e o telefone é 11-3392-3000.
Ricardo Pupo
gigantesco, colossal, quantas saudades desses tempos que infelizmente nao voltam.
nome: gerson vendramini
(gersonvendramini@gmail.com) Sexta Feira, 25 de Julho de 2008, às 22:45:46
Deni, que saudade, talvez você irá lembrar de mim. Sou amiga de escola da Denise, ficava lá na casa dela horas, sem fazer nada, só fofoca. Adorava a D. Amélia sua avó e a Regina, o Zé, o Junior a sua mãe... que saudade, acompanhei suas vitórias à distância.Mas ontem fique emocionada ao assistir uma reportagem na Band News, em que seu filho deu uma entrevista.Quanto tempo, faz só 40 anos... o tempo passa. Gostaria de ter notícias de vocês. De todos..
Um grande abraço e um enorme beijo na sua mãe.
nome: Magda Aparecida Avelino Salviatto
(magdaveli@terra.com.br) Quinta Feira, 31 de Julho de 2008, às 14:14:23
hoje eu me sinto privilegiado por ter passado um final de semana em companinha deste que é um dos maiores pilotos de moto velocidade... obrigado "Babau" por ter me dado este prazer,
do seu novo amigo Abdul Hadi e família
nome: Abdul Hadi
(abdulhadi@uol.com.br) Segunda Feira, 4 de Agosto de 2008, às 00:58:06